PT, PSB e PSD estudam acordo para as eleições de 2022

Após as articulações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Brasília, líderanças do PT, PSB e PSD se organizam para unir forças e montar uma “frente anti-bolsonaro” nas disputas eleitorais de 2022. O objetivo seria disputar o primeiro turno como se fosse o segundo e rivalizar com os candidatos do presidente Jair Bolsonaro.

Uma das possibilidades discutidas, ainda que de maneira ambiciosa, seria o apoio ao PSD em Minas Gerais, com a candidatura de Alexandre Kalil; do PSB no Rio de Janeiro, com Marcelo Freixo (que atualmente integra o PSOL); e do PSB em São Paulo, com Márcio França. A união, em provável segundo turno, seria em torno destes nomes, que apoiariam Lula e o PT na corrida ao Planalto.

Pesquisas recentes indicam que o nome de Márcio França é forte postulante a uma vaga no segundo turno das eleições estaduais em São Paulo. Caso Geraldo Alckmin (PSDB), que possui tratativas avançadas com PSL concorra, França é o segundo nas intenções de voto. Sem o ex-governador, Márcio é o líder nos levantamentos.

Vale lembrar que o acordo entre as legendas colocaria Ciro Gomes e o PDT isolados em uma terceira via.

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